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Graduação a distância se torna maioria e reforça a importância da experiência prática

Mapa do Ensino Superior 2026 aponta que a EaD concentrou 50,7% das matrículas de graduação em 2024; escolha do curso deve considerar as condições de aprendizagem.

A educação superior brasileira passou por uma mudança importante: em 2024, a modalidade a distância reuniu 50,7% das matrículas de graduação, superando o ensino presencial.

O dado aparece na 16ª edição do Mapa do Ensino Superior no Brasil, publicada pelo Instituto Semesp em 2026 a partir de bases como o Censo da Educação Superior do Inep.

Segundo o levantamento, o país chegou a aproximadamente 10,2 milhões de matrículas, crescimento de 2,5% em relação a 2023.

É importante identificar o período dos indicadores. Os números se referem a 2024. Em comunicado de 9 de outubro de 2026, o Inep informou que o prazo para divulgação dos resultados do Censo da Educação Superior 2025 foi prorrogado para até 30 de novembro.

O que avaliar antes da matrícula

O formato das aulas é apenas uma parte da decisão. Atendimento docente, atividades práticas, recursos disponíveis e formas de avaliação também precisam entrar na análise.

O estudante pode investigar como a instituição aproxima o conteúdo da realidade profissional. Existem projetos orientados? Atividades de extensão? Apoio para buscar estágio? Como funcionam as devolutivas sobre o aprendizado?

Essas respostas ajudam a avaliar a formação para além da mensalidade e da publicidade.

Transformar conhecimento em experiência

Durante a graduação, estudos de caso, relatórios e projetos podem ajudar o estudante a reconhecer sua evolução e demonstrar competências em processos seletivos.

O estágio também pode aproximar teoria e prática quando oferece orientação e atividades relacionadas à formação. O acompanhamento deve envolver estudante, instituição de ensino e organização concedente.

A participação da EaD nas matrículas não permite concluir, sozinha, que uma modalidade prepara melhor para o trabalho. Essa avaliação exige observar as condições concretas de cada curso e as oportunidades de aprendizagem.

A escolha mais consistente considera a viabilidade para a rotina e a qualidade do caminho de formação.

Fontes e referências

Atualização editorial: 28 de outubro de 2026.

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